10 de novembro de 2011

O Limite da Pobreza Jornalística



O Limite da Pobreza Jornalística

Não querendo eu misturar neste meu blogue o futebol com o que até agora aqui tenho publicado, deixo aqui este vídeo para quem o possa ver tenha uma opinião sobre a forma em que este caso foi tratado por esta mulher e este homem ao comentarem este incidente de uma forma tão vergonhosa como aqui se pode ver.

Gozar com a infelicidade dos outros é fácil, mas quando se chega a um ponto destes como aqui acima se pode ver, o que se poderá dizer desta gente que estando ao serviço do Canal Q da Meo no programa "Tempo Perdido" estes apresentadores (Catarina Homem Marques e Pedro Vieira) pela forma como aqui o fizeram?

Simplesmente Vergonhosa a simplicidade com que o fizeram e que não deixa dúvidas a quem quer que seja da leviandade com que comentam as tristezas alheias.

É por demais evidente que há muita gente no jornalismo com falta de personalidade e profissionalismo para tal mas, tudo tem um limite e isto que aqui se vê, só mostra que há cérebros onde na massa cinzenta só existe serradura.

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Incidente este que aconteceu no jogo Sporting - União de Leiria no passado Domingo dia 6 em Alvalade, onde dois adeptos caíram no fosso do estádio ao tentarem agarrar a Camisola de Diego Capel que se deslocou à bancada do topo norte para a oferecer, jogo este que o Sporting venceu por 3-1.

Quando a falta de capacidade mental chega a este ponto e expressada desta forma por gentalha deste calibre, o que se pode dizer sobre tal?


Apenas isto: - UNS TRISTES

(Para ouvir o som do vídeo pare o do player à esquerda do Blogue)

9 de novembro de 2011

Saudade

Saudade

Saudade, palavra doce,
Que traduz tanto amargor
Saudade é como se fosse
Espinho cheirando a flor

A saudade é calculada
Por algarismos também
Distância multiplicada
Pelo factor "querer bem"

Saudade - Um suspiro uma ânsia
Uma vontade de ver
A quem nos vê à distância
Com os olhos do bem querer

Saudade meiga saudade
Filha do amor e da ausência
És a nossa mocidade
Durante toda a existência


by Bastos Tigre

2 de novembro de 2011

Murmures - Meu Amor



Meu amor

Meu amor
Nesse barco que tu navegas
Ao som da minha melodia
Teu encanto sublime
Minha alma envolve
Teu sorriso é meu alento
Teu rosto é minha alegria
Teu cheiro é meu perfume
Que está em mim cada dia
Teu cabelo é meu manto
Que me abriga noites sem fim
Navega amor nessas águas
Desse lago tão florido
Aves em teu redor teu abrigo
No encanto da tua imagem
Espera não vás sem mim
Deixa esta música acabar
Porque quero estar em teu leito
Para te poder beijar
E nele ter-te em meus braços
Sem nunca mais te deixar


Aqui - Ali - Acolá