
Povo este esquecido
Que tanto sofre na pele
São impostos sobre impostos
Ditados por gente cruel
Esmíforas da nossa carne
Vampiros do nosso sangue
Senhores de leis paranóicas
Ao sabor das mordomias
Saídas de todos nós
Escravos de sanguessugas
Trabalhai escravos trabalhai
O Mordomo quer dinheiro
Seja a que pretexto for
Pra gozar o dia inteiro
Anos e anos a fio
E riqueza acumular
Ali naquele lugar
Crescerá essa bagunça
De Torre igual a Babel
Mencionada no papel
Por mão cruel afinal
O que terá o pedestal
De tão útil nesse lugar
Mono bem alto é pra ver
Que os Escravos do Poder
São o produto final
Desse Monstro já citado
Que nada nos trás sagrado
Mas dá força ao Poder
Pra fazer o que quiser
Como mente de marado
Roubando ao lugar sagrado
Aquilo que a história dita
Do seu chão que é como escrita
De uma Bíblia historial
Monumento de Portugal.
Que tanto sofre na pele
São impostos sobre impostos
Ditados por gente cruel
Esmíforas da nossa carne
Vampiros do nosso sangue
Senhores de leis paranóicas
Ao sabor das mordomias
Saídas de todos nós
Escravos de sanguessugas
Trabalhai escravos trabalhai
O Mordomo quer dinheiro
Seja a que pretexto for
Pra gozar o dia inteiro
Anos e anos a fio
E riqueza acumular
Ali naquele lugar
Crescerá essa bagunça
De Torre igual a Babel
Mencionada no papel
Por mão cruel afinal
O que terá o pedestal
De tão útil nesse lugar
Mono bem alto é pra ver
Que os Escravos do Poder
São o produto final
Desse Monstro já citado
Que nada nos trás sagrado
Mas dá força ao Poder
Pra fazer o que quiser
Como mente de marado
Roubando ao lugar sagrado
Aquilo que a história dita
Do seu chão que é como escrita
De uma Bíblia historial
Monumento de Portugal.
Aqui-Ali-Acolá























